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Programa do Google permite localizar amigos pelo celular
O Google lançou nesta quarta-feira (4) um software que permite que os usuários de celulares e outros dispositivos móveis possam compartilhar automaticamente sua localização com a família e amigos.
Usuários em 27 países, incluindo no Brasil, poderão tornar pública sua localização no mapa por meio do programa Google Latitude. Controles permitem que os usuários selecionem quem recebe a informação. É possível também desligar o serviço a qualquer momento, informou o Google em seu site.
"Diversão à parte, reconhecemos a sensibilidade dos dados de localização, então criamos controles de privacidade dentro do aplicativo", afirmou o Google.
"Você não somente controla exatamente quem pode ver sua localização, mas também decide que locais eles podem ver." O paradeiro de amigos pode ser acompanhado em mapa do Google, seja por celular ou por meio do computador.
O novo serviço da empresa é similar a um oferecido pela Loopt. Operadoras de telefonia dos Estados Unidos como a Verizon Wireless e Vodafone já oferecem serviço da Loopt, que também funciona com o iPhone da Apple.
O Latitude funciona em celulares Blackberry e aparelhos que executam o sistema Symbian S60 ou Windows Mobile. Alguns celulares com sistema Android, criado pelo Google, também são compatíveis.
O Google informou que eventualmente o serviço poderá ser executado no iPhone e iTouch e em muitos celulares da Sony Ericsson.
Em 2005, o Google comprou, mas acabou fechando, um serviço de localização que usava mensagens de texto para avisar usuários de celulares sobre a proximidade de amigos.
fonte: G1 - 16/02
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Férias: 10 dicas para não ter problemas com seu notebook
e você planeja viajar com seu laptop nessa temporada de férias, é bom que você esteja totalmente preparado para tal. As estatísticas são exageradamente ruins para notebooks de turistas: segundo o Gartner, um portátil é roubado a cada 53 segundos.
Lembre-se de quantos dias você ficará longe do escritório na sua casa de praia ou chalé preferido e veja o potencial que seu micro tem para engrossar as estatísticas.
Aeroportos, em particular, se tornaram uma espécie de "buraco negro" espalhado pelo mundo para laptops: só nos Estados Unidos, são mais de 12 mil notebooks perdidos toda semana na correria para pegar o próximo vôo.
Como se não bastasse, alarmantes 70% dos aparelhos encontrados e direcionados ao setor de achados e perdidos nunca mais procurados pelo dono, segundo estudo do Ponemon Institute.
Medidas mais rígidas de segurança no embarque formaram filas mais longas e ambientes mais estressantes para passageiros. Mais de 70% dos passageiros corporativos estavam com pressa na hora de pegar seus vôos, notou a pesquisa, com 60% do total preocupado com atrasos decorrentes das checagens de segurança.
Não é surpreendente, então, que os locais mais populares para a perda de notebooks sejam pontos de checagem de segurança (40%) e portões de embarque (23%), segundo o estudo.
Adicione dezenas de crianças aos berros e milhões de outros turistas "tentando chegar em casa para o Natal" e você tem uma receita perigosa para a perda de notebooks.
"O stress de correr para pegar um vôo, combinado com o número de itens que passageiros corporativos carregam (coloque laptops, telefones, pastas e malas nessa conta) criam uma situação que leva à desatenção com os próprios equipamentos", diz o Ponemon.
Para ajudar você a ter uma temporada de férias mais tranqüila, o IDG Now! selecionou dicas preparadas pela Absolute Software para evitar dores de cabeça quanto a laptops no período de Natal.
1. Faça backup dos dados valiosos
O básico antes de tudo: turistas têm que fazer cópias das suas informações com a maior freqüência possível para minimizar o risco de perda de dados com o eventual roubo do portátil.
"Use um pen drive encriptado para armazenar dados valiosos e o mantenha o mais longe possível do notebook", afirma o estudo da empresa.
2. Use softwares de proteção e recuperação de dados
"Ferramentas do tipo são altamente eficientes caso os ladrões levem embora suas informações", diz a análise. Além, soluções do tipo podem ajudar os mais prevenidos a rastrear a localização do portátil roubado.
3. Não coloque seu laptop em bagagens que não serão levadas na mão
"Além de não ter um equipamento caro e valioso sob seu controle, colocar o notebook dentro da mala que será despachada é ruim pelo fato das companhias aéreas (e seus funcionários, principalmente) não saberem o que há dentro das malas", diz o estudo.
"Você corre o risco de chegar no destino com o laptop quebrado ou roubado. Mantenha seu laptop sempre perto de você".
É claro que, para levar sempre seu notebook ao seu lado, é necessário ter uma série de cuidados, principalmente no que diz respeito à atenção sobre a localização ou a maneira como o aparelho está sendo carregado.
4. Identifique seu laptop
Se você precisa passar o seu laptop por um detector de metais - algo bastante comum em aeroportos - é bom identificar claramente o seu modelo, para que ele não seja confundido com outros.
Coloque seu nome, telefone para contato e endereço. "A maioria dos serviços de 'achados e perdidos' de aeroportos não vai ligar o notebook para saber a quem ele pertence", diz o relatório.
5. Coloque o laptop no cofre
Se o seu hotel possui essa comodidade, guarde o seu computador portátil no cofre quando não for usá-la. Muitos hotéis oferecem cofres dentro do quarto ou na recepção.
Caso o hotel não ofereça esse recurso, procure guardar o notebook em um armário ou outro lugar que possa ser trancado.
6. Não navegue em redes wireless desconhecidas
Por mais simples que pareça, essa dica pode evitar vários problemas: não acesse uma rede sem-fio se ela estiver desprotegida.
"A regra é a seguinte: qualquer pessoa que acessa essa rede desprotegida também pode acessar o seu computador e, conseqüentemente, suas informações."
7. Evite entrar em sites de bancos
Quando estiver viajando, mantenha distância desses sites, principalmente em lugares públicos e em redes Wi-Fi. Se for extremamente necessário, procure um lugar seguro e uma rede idem para pagar a conta de luz atrasada.
8. Peça para ser esquecido
Navegadores como o Firefox e o comunicador instantâneo Windows Live Messenger adoram lembrar de seus nomes de usuário e senhas. Viajando, porém, isso não é boa idéia.
Portanto, evite pedir para que os navegadores ou o Messenger lembrem de você no próximo acesso. "Se um ladrão conseguir abrir o seu laptop, ele poderá roubar todos os seus dados com facilidade", afirma o relatório.
9. Limpe seu histórico e o cache
Por padrão, os navegadores guardam todo o histórico de navegação do usuário. Com isso, um espertinho pode descobrir mais informações sobre sua vida do que você gostaria - em um computador público, então, isso fica ainda mais fácil.
Para evitar problemas, basta usar a opção "Ferramentas" (ou "Tools") e apagar os dados - todos os browsers contam com o recurso.
10. Cuidado em computadores públicos
Você pode nem saber, mas os dados que você digita podem estar sendo gravados por meio de "keyloggers", aplicativos que registram cada letra digitada.
Como é impossível saber se esse programa está instalado em uma máquina, fica a dica padrão: não confie em computadores públicos, a não ser que estritamente necessário.
fonte: IDG Now - 13/01
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Índios aprendem a utilizar GPS para montar banco de dados
Projeto piloto é desenvolvido nas aldeias Guarani, em Angra dos Reis.
Grupo vai identificar geograficamente cada ponto da aldeia.
Índios de Angra dos Reis, no litoral sul do estado, estão aprendendo a usar o GPS, um sistema de localização por satélite. A tecnologia vai ajudar a montar um banco de dados sobre as aldeias da região.
O projeto piloto é desenvolvido nas aldeias Guarani do litoral. Aldo é um dos 18 alunos que estão se familiarizando com o localizador por satélite.
“Eu pensei que era difícil, mas depois que mexi no equipamento parece fácil”, fala o índio.
O grupo será responsável por identificar geograficamente cada ponto da aldeia. Em uma delas, no Bracuí, vivem 79 famílias. Banheiros públicos e residências são um dos locais que estão sendo marcados.
Agentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vêm capacitando os índios desde 2007.
A ação é realizada em parceria com uma universidade do Canadá. Os dados colhidos pelos índios darão origens a mapas e a um sistema de informação geográfica monitorado pela própria comunidade indígena. O banco de dados deve estar disponível no primeiro semestre de 2009.
“Se eles tiverem vários índios que estão vindo dos mesmos posicionamentos das casas, eles poderão fazer uma investigação e ver se existe alguém doente naquela região que não tenha vindo a um posto”, fala Diana Marinho, pesquisadora da Fiocruz.
Quando os agentes forem embora os trabalhos continuam. Cada aldeia ficará com um equipamento de GPS.
“Na aldeia sempre há movimento, outras pessoas mudam de casa então saberemos e poderemos atualizar os mapas da aldeia”, revela o índio Leandro Mendes.
fonte: G1 - 04/12
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Saiba qual será o futuro dos sistemas operacionais.
Saiba qual será o futuro dos sistemas operacionais sem o Windows.
Na semana passada, olhos curiosos dirigiram toda a sua atenção à Professional Developer Conference, da Microsoft, quando a empresa detalhou o Windows 7, que substituirá o sistema operacional Windows Vista.
A primeira reação é de que o Windows 7 nada mais é do que um Vista ‘limpo’ e muito melhor. O kernel é basicamente o mesmo, com novas tecnologias. Mas se o Windows 7 é mais do mesmo, talvez seja a hora de concluir que ele não tem mais para onde correr - o sistema morreu. O que virá depois dele, então?
Já há alguns sinais. A entrega de serviços em cloud computing torna o browser, e não o sistema operacional, o kernel do PC de amanhã. A tecnologia de aplicativos ricos de internet (do inglês RIA, de Rich Internet Application), dá aos serviços características que a primeira geração da web jamais contemplaria.
Com a virtualização e estas características, é possível ter aplicativos mais ricos sem embutir o peso de um sistema operacional pesado para os usuários.
Isto tudo junto é o futuro do PC, segundo o analista do Gartner, Neil MacDonald. Seja qual for o sistema operacional, se tornará irrelevante com o tempo.
A nova leva de aplicativos provavelmente incluirá serviços que rodam por tecnologias como o Flash e o AIR da Adobe, ou o Silverlight da Microsoft. Afinal, não é por acaso que todas rodem em todos os browsers e nos principais sistemas de hoje - Windows, Mac OS e Linux.
Os aplicativos poderiam rodar em máquinas virtuais que aparecem como parte do sistema para o usuário, assim como os usuários de Mac podem, com o VmWare Fusion e Parallels Desktops, rodar softwares do Windows e Linux como se fossem usuários nativos do Mac.
fonte: IDG NOW - 05/11
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Notebook de bambu está chegando no Brasil
SÃO PAULO - E o note-bambu? Bom, finalmente, chegará às lojas. A Asus confirma que o aguardado computador ecológico vem para cá, no máximo, até o começo de 2009.
Revestido de bambu e com a definição de “totalmente verde”, o Asus Série Bambu (ou Asus EcoBook como foi batizado desde sua primeira aparição, há mais de um ano), terá duas versões, ambas com processador Inter Core 2 Duo: a primeira, que virá em maior quantidade, vem com tela de 12,1 polegadas e 1,57 kg; e a segunda, de tela menor e mais leve, com 11,1 polegadas, pesando 1,25 kg.
A configuração mais potente, como já anunciamos por aqui, terá 4 GB de RAM, disco rígido híbrido de 320 GB (com 256 MB de memória flash) e placa de vídeo GeForce 9300M GS de 256 MB.
Como diferencial, a Asus ressalta a superioridade da bateria "Super Hybrid Engine", que promete vida útil entre 35% e 70% maior que as convencionais.
As vendas do gadget começarão entre o fim deste ano e o início de 2009, quando chegam ao varejo brasileiro. O preço ainda não foi divulgado, devido à crise financeira.
fonte: INFO Online - 28/10
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Especialista ou multitarefa? Saiba qual.
Enquanto alguns cursos estão voltados a apenas uma especialização, outros apostam em abrir o leque para formar um profissional competitivo. Mas afinal, o que é mais importante na área de tecnologia? Ser especialista ou um profissional com múltiplos conhecimentos?
As empresas estão em busca de profissionais especialistas, com sólidos conhecimentos em determinadas tecnologias, ferramentas e ambientes, afirma Ercília Vianna, gerente de projetos da Célula de TI do Grupo Foco, consultoria de Recursos Humanos.
No entanto, o mercado hoje está mais exigente. Ele busca um especialista, mas ao mesmo tempo precisa de um profissional que conhece um pouco de cada área para prover a integração de sistemas. Por exemplo, um programador pode ser especialista em certa linguagem, mas precisa conhecer, sem ser especialista, a parte de banco de dados, para que ele consiga efetuar, em um sistema, uma integração entre o back end e o front end da aplicação, explica Rita Cury, gerente de Marketing e Produtos do Grupo Impacta Tecnologia.
Na prática, o profissional de TI precisa ter a visão macro de tecnologia da informação, e isso acabará sendo um diferencial. Especialista não significa ser conhecedor de uma determinada tecnologia, mas um expert nas ferramentas que envolvem um determinado ambiente, ou sistema, da área em que o profissional atua, aponta Ercília.
E é nessa onda que seguem os novos cursos da área. É o caso do Arquiteto de soluções, o especialista que antes era formado em uma única plataforma e agora pode suprir a necessidade de muitas empresas e ampliar seu conhecimento.
A pós-graduação em Sistemas Corporativos de Alto Desempenho: Mainframes e servidores de grande porte da FIAP, em São Paulo, é um destes exemplos. O curso veio atender uma demanda de mercado que já havíamos identificado. Ele amplia os conhecimentos do profissional e foca todas as plataformas: mainframes, Risk/Unix e servidores Intel, afirma Paulo Sérgio Pecchio, coordenador do curso de pós-graduação da FIAP.
Segundo Pecchio, as empresas hoje precisam de um profissional mais eclético, que atue em mais de uma plataforma. Ele atenta ao fato de que o profissional deve acompanhar o mercado. A IBM nunca vendeu tanto mainframe como este ano. As grandes corporações não abrem mão do mainframe e as médias também estão direcionando sua plataforma a isso. Comprovando a necessidade de profissionais na área, no final de agosto, a IBM anunciou um concurso da plataforma para estudantes.
fonte: IDG NOW - 06/10
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Computadores do futuro terão milhares de cérebros.
Os computadores pessoais fabricados atualmente têm dois ou quatro núcleos, mas as fabricantes de processadores já trabalham com a possibilidade de, em um futuro próximo, a quantidade de 'cérebros' pensando simultaneamente seja multiplicada para centenas, ou até mesmo milhares. Pelo menos é o que indica a Intel, fabricante dos chips Pentium, que divulgou no início da semana planos para investir no desenvolvimento de processadores com o maior número possível de núcleos.
Às vezes, os desenvolvedores (de programas) são obrigados a se conformar com o limite de processamento de um Pentium com dois ou quatro núcleos, afirma o engenheiro Anwar Ghuloum, um dos principais envolvidos no laboratório de desenvolvimento de tecnologia para microprocessadores da Intel.
O conselho que posso dar é o seguinte: comecem a pensar a partir de agora em computadores com dezenas, centenas e milhares de núcleos, declarou Ghuloum no blog da Intel.
Quanto mais núcleos conseguirmos colocar em um processador, melhor. O único desafio será conseguir alimentar esses núcleos com informações vindas da memória do computador, declara Jerry Bautista, diretor de pesquisas da Intel.
O aumento exponencial do número de 'cérebros' dentro de uma máquina possibilitará a criação de programas mais complexos, e facilitará a vida dos programadores, que não vão precisar mais se preocupar tanto em criar programas 'leves' e mais eficientes.
fonte: G1 - 22/09
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Google Chrome já é o 3º navegador mais acessado no Brasil
Em apenas dois dias de uso, o Google Chrome já representou 1,11% dos acessos à internet brasileira, tornando-se o terceiro browser mais utilizado, à frente de concorrentes maduros como o Apple Safari e o Opera, segundo dados monitorados pela Predicta, consultoria especializada na análise do comportamento de navegação dos internautas brasileiros.
Para Fred Pacheco, gerente de Business Intelligence da consultoria, esses dados devem movimentar a briga entre Microsoft e Google. A queda que a Microsoft tem sofrido nos últimos meses ainda é pequena, mas tem impacto direto no multimilionário mercado de buscadores, já que o padrão do Internet Explorer é o Live Search da Microsoft, contra o Firefox e o Chrome, que usam o Google afirma o executivo.
O executivo acredita que, em curto prazo, é possível que abalos mais sensíveis atinjam mais o Firefox que o navegador da Microsoft: "o Firefox é utilizado em grande parte pelo grupo que chamamos de early adopters, ou seja, aquelas pessoas que aceitam inovações tecnológicas antes da massa, e esse grupo tem maior propensão a experimentar inovação mais cedo que os demais usuários, por isso, podemos assumir que esse grupo será o primeiro a experimentar o Google Chrome", afirma.
Isso se reforça quando a análise é detalhada em acesso a conteúdos mais específicos como canais de tecnologia. Neste público, mais antenado às inovações tecnológicas, a penetração do Google Chrome já chega a 5,16% dos acessos. Considerando o poder de penetração do Google no mundo online, o cenário desse mercado promete mudar radicalmente nos próximos meses, complementa Pacheco.
Para esta análise, a Predicta estudou os dados gerados pelo Predicta Atmosphere, ferramenta que avalia anonimamente o comportamento de navegação dos usuários de internet por meio de métricas de audiência e que consegue identificar o sistema pelo qual o visitante está acessando portais e sites.
fonte: Imasters - 10/09
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LAN house gigante entra para o Guinness.
Foram 36 horas ininterruptas de jogo em uma LAN house gigante montada em San José, na Califórnia. Dos 270 jogadores inicialmente inscritos para o desafio, 203 chegaram até o final da maratona entraram para o Guinness. Sem dormir, e sem esconder o cansaço, os recordistas subiram ao palco do Nvision nesta quarta (27) para receber o certificado oficial com o reconhecimento do recorde. Eles, que terão seus nomes registrados no livro dos recordes, também ganharam medalhas e tênis personalizados.
Os participantes levaram seus próprios computadores ao Centro de Convenções de San José, onde ficaram conectados das 23h de segunda (25) às 11h de quarta (27). Eles tinham direito a dez minutos de descanso a cada uma hora de jogo: tudo para estabelecer o recorde de a LAN party mais longa da história.
Call of duty 4, Team fortress 2 e Unreal, todos jogos de tiro, foram alguns dos mais populares. RPGs on-line, como World of Warcraft, também aparecerem em diversos monitores, a maioria com 19 polegadas ou mais. Acima da faixa que sinalizava a arena, um relógio em contagem regressiva marcava o tempo que faltava para o recorde.
Durante as 36 horas, os participantes podiam trocar de jogo quantas vezes quisessem. Mas não valia participar de torneios oficiais durante a maratona, nem realizar outras atividades como conferir e-mails ou navegar na internet. Era permitido comer e beber durante a maratona. Cerca de seis juízes cercaram a arena, com pranchetas, anotando os intervalos feitos por cada jogador para ter certeza de que ninguém quebrou as regras – fosse jogando mais ou menos tempo do que o necessário.
fonte: G1 - 01/09
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Games estimulam busca pelo conhecimento, diz estudo
Quem assiste de fora ainda deve achar que no comando de controles, mouses e teclados estão “viciados em joguinhos”. Mas quem deixa o preconceito de lado, ou quem transforma a observação em estudo científico, percebe que os “fanáticos” são, na verdade, pessoas comuns que têm em mãos uma poderosa ferramenta de aprendizado.
Estudos apresentados neste domingo durante a Convenção Anual da Sociedade Americana de Psicologia, em Boston (Massachusetts, EUA), indicam que os games podem incentivar o raciocínio científico, a troca de conhecimentos e até aprimorar a habilidade de médicos em suas cirurgias.
O RPG on-line “World of warcraft”, que tem cerca de 9 milhões de assinantes no mundo, foi o alvo do estudo “Informal Scientific Reasoning in Online Game Forums". Pesquisadores colheram aleatoriamente no fórum de discussão oficial cerca de 2 mil mensagens sobre diversos assuntos do jogo, registradas em novembro de 2006.
O objetivo era analisar a comunicação entre os jogadores e observar que tipo de conversas aconteciam ali. Conclusão: os jogadores se valem do “raciocínio científico” para obter as respostas que procuram, melhorar a preparação de seus personagens e evoluir mais rápido no mundo virtual de “WoW”. No jogo, cada pessoa cria seu próprio personagem, com diferentes habilidades e poderes, e escolhe se fará parte da Aliança ou da Horda (espécie de conflito entre o bem e o mal).
Segundo o estudo, os jogadores utilizam matemática, modelos de lógica, testes e hipóteses para solucionar os desafios do game. Por se tratar de um MMORPG (jogo on-line para diversos jogadores simultâneos), “World of warcraft” funciona melhor quando os jogadores trabalham em equipe – seja para cruzar um território inimigo ou derrotar um “chefe” poderoso. Eles podem se organizar em clãs (equipes) e estabelecer verdadeiros laços de amizade enquanto massacram inimigos, coletam moedas de ouro e colecionam horas de aventura.
“Esses fóruns ilustram como as práticas intelectuais para melhorar seu papel em um jogo são espelhadas no raciocínio científico da vida real”, diz Sean C. Duncan, da Universidade de Wisconsin, que liderou o estudo. “Os jogadores estão discutindo abertamente suas estratégias e pensando, criando um ambiente em que a razão científica informal vai sendo desenvolvida enquanto você joga”.
fonte: G1 - 18/08
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