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Índios aprendem a utilizar GPS para montar banco de dados

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   Projeto piloto é desenvolvido nas aldeias Guarani, em Angra dos Reis. Grupo vai identificar geograficamente cada ponto da aldeia. Índios de Angra dos Reis, no litoral sul do estado, estão aprendendo a usar o GPS, um sistema de localização por satélite. A tecnologia vai ajudar a montar um banco de dados sobre as aldeias da região. O projeto piloto é desenvolvido nas aldeias Guarani do litoral. Aldo é um dos 18 alunos que estão se familiarizando com o localizador por satélite. “Eu pensei que era difícil, mas depois que mexi no equipamento parece fácil”, fala o índio. O grupo será responsável por identificar geograficamente cada ponto da aldeia. Em uma delas, no Bracuí, vivem 79 famílias. Banheiros públicos e residências são um dos locais que estão sendo marcados. Agentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) vêm capacitando os índios desde 2007. A ação é realizada em parceria com uma universidade do Canadá. Os dados colhidos pelos índios darão origens a mapas e a um sistema de informação geográfica monitorado pela própria comunidade indígena. O banco de dados deve estar disponível no primeiro semestre de 2009. “Se eles tiverem vários índios que estão vindo dos mesmos posicionamentos das casas, eles poderão fazer uma investigação e ver se existe alguém doente naquela região que não tenha vindo a um posto”, fala Diana Marinho, pesquisadora da Fiocruz. Quando os agentes forem embora os trabalhos continuam. Cada aldeia ficará com um equipamento de GPS. “Na aldeia sempre há movimento, outras pessoas mudam de casa então saberemos e poderemos atualizar os mapas da aldeia”, revela o índio Leandro Mendes.

fonte: G1 - 04/12


Saiba qual será o futuro dos sistemas operacionais.

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   Saiba qual será o futuro dos sistemas operacionais sem o Windows. Na semana passada, olhos curiosos dirigiram toda a sua atenção à Professional Developer Conference, da Microsoft, quando a empresa detalhou o Windows 7, que substituirá o sistema operacional Windows Vista. A primeira reação é de que o Windows 7 nada mais é do que um Vista ‘limpo’ e muito melhor. O kernel é basicamente o mesmo, com novas tecnologias. Mas se o Windows 7 é mais do mesmo, talvez seja a hora de concluir que ele não tem mais para onde correr - o sistema morreu. O que virá depois dele, então? Já há alguns sinais. A entrega de serviços em cloud computing torna o browser, e não o sistema operacional, o kernel do PC de amanhã. A tecnologia de aplicativos ricos de internet (do inglês RIA, de Rich Internet Application), dá aos serviços características que a primeira geração da web jamais contemplaria. Com a virtualização e estas características, é possível ter aplicativos mais ricos sem embutir o peso de um sistema operacional pesado para os usuários. Isto tudo junto é o futuro do PC, segundo o analista do Gartner, Neil MacDonald. Seja qual for o sistema operacional, se tornará irrelevante com o tempo. A nova leva de aplicativos provavelmente incluirá serviços que rodam por tecnologias como o Flash e o AIR da Adobe, ou o Silverlight da Microsoft. Afinal, não é por acaso que todas rodem em todos os browsers e nos principais sistemas de hoje - Windows, Mac OS e Linux. Os aplicativos poderiam rodar em máquinas virtuais que aparecem como parte do sistema para o usuário, assim como os usuários de Mac podem, com o VmWare Fusion e Parallels Desktops, rodar softwares do Windows e Linux como se fossem usuários nativos do Mac.

fonte: IDG NOW - 05/11


Notebook de bambu está chegando no Brasil

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   SÃO PAULO - E o note-bambu? Bom, finalmente, chegará às lojas. A Asus confirma que o aguardado computador ecológico vem para cá, no máximo, até o começo de 2009. Revestido de bambu e com a definição de “totalmente verde”, o Asus Série Bambu (ou Asus EcoBook como foi batizado desde sua primeira aparição, há mais de um ano), terá duas versões, ambas com processador Inter Core 2 Duo: a primeira, que virá em maior quantidade, vem com tela de 12,1 polegadas e 1,57 kg; e a segunda, de tela menor e mais leve, com 11,1 polegadas, pesando 1,25 kg. A configuração mais potente, como já anunciamos por aqui, terá 4 GB de RAM, disco rígido híbrido de 320 GB (com 256 MB de memória flash) e placa de vídeo GeForce 9300M GS de 256 MB. Como diferencial, a Asus ressalta a superioridade da bateria "Super Hybrid Engine", que promete vida útil entre 35% e 70% maior que as convencionais. As vendas do gadget começarão entre o fim deste ano e o início de 2009, quando chegam ao varejo brasileiro. O preço ainda não foi divulgado, devido à crise financeira.

fonte: INFO Online - 28/10


Especialista ou multitarefa? Saiba qual.

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   Enquanto alguns cursos estão voltados a apenas uma especialização, outros apostam em abrir o leque para formar um profissional competitivo. Mas afinal, o que é mais importante na área de tecnologia? Ser especialista ou um profissional com múltiplos conhecimentos? As empresas estão em busca de profissionais especialistas, com sólidos conhecimentos em determinadas tecnologias, ferramentas e ambientes, afirma Ercília Vianna, gerente de projetos da Célula de TI do Grupo Foco, consultoria de Recursos Humanos. No entanto, o mercado hoje está mais exigente. Ele busca um especialista, mas ao mesmo tempo precisa de um profissional que conhece um pouco de cada área para prover a integração de sistemas. Por exemplo, um programador pode ser especialista em certa linguagem, mas precisa conhecer, sem ser especialista, a parte de banco de dados, para que ele consiga efetuar, em um sistema, uma integração entre o back end e o front end da aplicação, explica Rita Cury, gerente de Marketing e Produtos do Grupo Impacta Tecnologia. Na prática, o profissional de TI precisa ter a visão macro de tecnologia da informação, e isso acabará sendo um diferencial. Especialista não significa ser conhecedor de uma determinada tecnologia, mas um expert nas ferramentas que envolvem um determinado ambiente, ou sistema, da área em que o profissional atua, aponta Ercília. E é nessa onda que seguem os novos cursos da área. É o caso do Arquiteto de soluções, o especialista que antes era formado em uma única plataforma e agora pode suprir a necessidade de muitas empresas e ampliar seu conhecimento. A pós-graduação em Sistemas Corporativos de Alto Desempenho: Mainframes e servidores de grande porte da FIAP, em São Paulo, é um destes exemplos. O curso veio atender uma demanda de mercado que já havíamos identificado. Ele amplia os conhecimentos do profissional e foca todas as plataformas: mainframes, Risk/Unix e servidores Intel, afirma Paulo Sérgio Pecchio, coordenador do curso de pós-graduação da FIAP. Segundo Pecchio, as empresas hoje precisam de um profissional mais eclético, que atue em mais de uma plataforma. Ele atenta ao fato de que o profissional deve acompanhar o mercado. A IBM nunca vendeu tanto mainframe como este ano. As grandes corporações não abrem mão do mainframe e as médias também estão direcionando sua plataforma a isso. Comprovando a necessidade de profissionais na área, no final de agosto, a IBM anunciou um concurso da plataforma para estudantes.

fonte: IDG NOW - 06/10


Computadores do futuro terão milhares de cérebros.

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   Os computadores pessoais fabricados atualmente têm dois ou quatro núcleos, mas as fabricantes de processadores já trabalham com a possibilidade de, em um futuro próximo, a quantidade de 'cérebros' pensando simultaneamente seja multiplicada para centenas, ou até mesmo milhares. Pelo menos é o que indica a Intel, fabricante dos chips Pentium, que divulgou no início da semana planos para investir no desenvolvimento de processadores com o maior número possível de núcleos. Às vezes, os desenvolvedores (de programas) são obrigados a se conformar com o limite de processamento de um Pentium com dois ou quatro núcleos, afirma o engenheiro Anwar Ghuloum, um dos principais envolvidos no laboratório de desenvolvimento de tecnologia para microprocessadores da Intel. O conselho que posso dar é o seguinte: comecem a pensar a partir de agora em computadores com dezenas, centenas e milhares de núcleos, declarou Ghuloum no blog da Intel. Quanto mais núcleos conseguirmos colocar em um processador, melhor. O único desafio será conseguir alimentar esses núcleos com informações vindas da memória do computador, declara Jerry Bautista, diretor de pesquisas da Intel. O aumento exponencial do número de 'cérebros' dentro de uma máquina possibilitará a criação de programas mais complexos, e facilitará a vida dos programadores, que não vão precisar mais se preocupar tanto em criar programas 'leves' e mais eficientes.

fonte: G1 - 22/09


Google Chrome já é o 3º navegador mais acessado no Brasil

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   Em apenas dois dias de uso, o Google Chrome já representou 1,11% dos acessos à internet brasileira, tornando-se o terceiro browser mais utilizado, à frente de concorrentes maduros como o Apple Safari e o Opera, segundo dados monitorados pela Predicta, consultoria especializada na análise do comportamento de navegação dos internautas brasileiros. Para Fred Pacheco, gerente de Business Intelligence da consultoria, esses dados devem movimentar a briga entre Microsoft e Google. A queda que a Microsoft tem sofrido nos últimos meses ainda é pequena, mas tem impacto direto no multimilionário mercado de buscadores, já que o padrão do Internet Explorer é o Live Search da Microsoft, contra o Firefox e o Chrome, que usam o Google afirma o executivo. O executivo acredita que, em curto prazo, é possível que abalos mais sensíveis atinjam mais o Firefox que o navegador da Microsoft: "o Firefox é utilizado em grande parte pelo grupo que chamamos de early adopters, ou seja, aquelas pessoas que aceitam inovações tecnológicas antes da massa, e esse grupo tem maior propensão a experimentar inovação mais cedo que os demais usuários, por isso, podemos assumir que esse grupo será o primeiro a experimentar o Google Chrome", afirma. Isso se reforça quando a análise é detalhada em acesso a conteúdos mais específicos como canais de tecnologia. Neste público, mais antenado às inovações tecnológicas, a penetração do Google Chrome já chega a 5,16% dos acessos. Considerando o poder de penetração do Google no mundo online, o cenário desse mercado promete mudar radicalmente nos próximos meses, complementa Pacheco. Para esta análise, a Predicta estudou os dados gerados pelo Predicta Atmosphere, ferramenta que avalia anonimamente o comportamento de navegação dos usuários de internet por meio de métricas de audiência e que consegue identificar o sistema pelo qual o visitante está acessando portais e sites.

fonte: Imasters - 10/09


LAN house gigante entra para o Guinness.

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   Foram 36 horas ininterruptas de jogo em uma LAN house gigante montada em San José, na Califórnia. Dos 270 jogadores inicialmente inscritos para o desafio, 203 chegaram até o final da maratona entraram para o Guinness. Sem dormir, e sem esconder o cansaço, os recordistas subiram ao palco do Nvision nesta quarta (27) para receber o certificado oficial com o reconhecimento do recorde. Eles, que terão seus nomes registrados no livro dos recordes, também ganharam medalhas e tênis personalizados. Os participantes levaram seus próprios computadores ao Centro de Convenções de San José, onde ficaram conectados das 23h de segunda (25) às 11h de quarta (27). Eles tinham direito a dez minutos de descanso a cada uma hora de jogo: tudo para estabelecer o recorde de a LAN party mais longa da história. Call of duty 4, Team fortress 2 e Unreal, todos jogos de tiro, foram alguns dos mais populares. RPGs on-line, como World of Warcraft, também aparecerem em diversos monitores, a maioria com 19 polegadas ou mais. Acima da faixa que sinalizava a arena, um relógio em contagem regressiva marcava o tempo que faltava para o recorde. Durante as 36 horas, os participantes podiam trocar de jogo quantas vezes quisessem. Mas não valia participar de torneios oficiais durante a maratona, nem realizar outras atividades como conferir e-mails ou navegar na internet. Era permitido comer e beber durante a maratona. Cerca de seis juízes cercaram a arena, com pranchetas, anotando os intervalos feitos por cada jogador para ter certeza de que ninguém quebrou as regras – fosse jogando mais ou menos tempo do que o necessário.

fonte: G1 - 01/09


Games estimulam busca pelo conhecimento, diz estudo

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   Quem assiste de fora ainda deve achar que no comando de controles, mouses e teclados estão “viciados em joguinhos”. Mas quem deixa o preconceito de lado, ou quem transforma a observação em estudo científico, percebe que os “fanáticos” são, na verdade, pessoas comuns que têm em mãos uma poderosa ferramenta de aprendizado. Estudos apresentados neste domingo durante a Convenção Anual da Sociedade Americana de Psicologia, em Boston (Massachusetts, EUA), indicam que os games podem incentivar o raciocínio científico, a troca de conhecimentos e até aprimorar a habilidade de médicos em suas cirurgias. O RPG on-line “World of warcraft”, que tem cerca de 9 milhões de assinantes no mundo, foi o alvo do estudo “Informal Scientific Reasoning in Online Game Forums". Pesquisadores colheram aleatoriamente no fórum de discussão oficial cerca de 2 mil mensagens sobre diversos assuntos do jogo, registradas em novembro de 2006. O objetivo era analisar a comunicação entre os jogadores e observar que tipo de conversas aconteciam ali. Conclusão: os jogadores se valem do “raciocínio científico” para obter as respostas que procuram, melhorar a preparação de seus personagens e evoluir mais rápido no mundo virtual de “WoW”. No jogo, cada pessoa cria seu próprio personagem, com diferentes habilidades e poderes, e escolhe se fará parte da Aliança ou da Horda (espécie de conflito entre o bem e o mal). Segundo o estudo, os jogadores utilizam matemática, modelos de lógica, testes e hipóteses para solucionar os desafios do game. Por se tratar de um MMORPG (jogo on-line para diversos jogadores simultâneos), “World of warcraft” funciona melhor quando os jogadores trabalham em equipe – seja para cruzar um território inimigo ou derrotar um “chefe” poderoso. Eles podem se organizar em clãs (equipes) e estabelecer verdadeiros laços de amizade enquanto massacram inimigos, coletam moedas de ouro e colecionam horas de aventura. “Esses fóruns ilustram como as práticas intelectuais para melhorar seu papel em um jogo são espelhadas no raciocínio científico da vida real”, diz Sean C. Duncan, da Universidade de Wisconsin, que liderou o estudo. “Os jogadores estão discutindo abertamente suas estratégias e pensando, criando um ambiente em que a razão científica informal vai sendo desenvolvida enquanto você joga”.

fonte: G1 - 18/08


Brasil brilha na Imagine Cup

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   PARIS – A sexta edição da Imagine Cup, copa tecnológica realizada todos os anos pela Microsoft, terminou ontem, em Paris, com saldo positivo para o Brasil. Dos 12 estudantes brasileiros que viajaram para a França como finalistas mundiais, oito foram premiados. Além de levar o primeiro lugar na categoria de Desenvolvimento de jogos, inaugurada este ano, o País ficou em segundo lugar no award de interoperabilidade, premiação secundária realizada durante a competição. A equipe Mother Gaia Studio, formada por quatro estudantes de Bauru, interior de São Paulo, levou para casa o prêmio mais alto da copa (US$ 25 mil) pelo game City rain, mistura de puzzle e estratégia que desafia o jogador a construir uma cidade, cujos prédios e demais componentes caem do céu. Mais importante que isso: o time confirmou a excelência da tecnologia produzida no Brasil, que há três anos consecutivos sobe no pódio de uma das nove categorias da competição e há dois arrebata um primeiro lugar. É uma honra representar nosso País no ranking das melhores tecnologias produzidas no mundo, disse Rafael Costa, que fez duas festas ontem: a da premiação e a de seu aniversário. Ele completou 21 anos e não poderia ter ganho presente melhor. Agora é seguir adiante desenvolvendo para melhorar o City rain e criar outros jogos, aproveitando as oportunidades que virão, planeja o integrante mais velho do time, Guilherme Campos. E chances de bons negócios e contatos não deverão faltar. O objetivo da copa não é só competir, mas promover encontros e garantir conhecimento, diz o brasileiro líder do projeto Imagine Cup no mundo, Rogério Panigassi. Segundo ele, os 370 alunos que se sobressaíram entre os 200 mil inscritos e chegaram à França já venceram e não devem ficar desapontados. O discurso do executivo é a perfeita tradução do clima na competição desde o primeiro dia. No meio do frenesi de gente de toda cor e procedência, o que ficava evidente era a força da tecnologia. “Ferramenta sempre fundamental para as grandes transformações na história da humanidade”, disse em seu discurso de encerramento do evento o vice-presidente sênior da Divisão de Desenvolvimento da Microsoft, S. Somasegar. Segundo ele, além dos competidores da copa tecnológica, que teve como tema a sustentabilidade ambiental, quem saiu ganhando foi o planeta.

fonte: Informática/JC - 11/07


Brasil tem as crianças que mais se conectam à internet.

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   As crianças brasileiras com idade entre 8 e 14 anos, possuem em média 12 amigos virtuais que nunca encontraram e ocupam o primeiro lugar no ranking dos países que mais acessam a web 2.0 revela o estudo (Playground Digital) realizado entre março e junho deste ano. Segundo o Ibope NetRatings, a média de crianças com idade entre 6 e 11 anos que acessam a internet em casa é de 1,9 milhão - cerca de 10% do total de 19,3 milhões de brasileiros que acessaram a internet residencial em agosto. A pesquisa foi feita com 7 mil crianças de 12 países (Austrália, Nova Zelândia, Inglaterra, Holanda, Itália, Suécia, Alemanha, Índia, México, Japão, China e Brasil) pelo canal infantil de TV paga, Nickelodeon. Como critério de seleção, os participantes deveriam ter acesso a dois aparelhos de tecnologia - câmera digital, videogame, MP3 ou I-Pod, Internet, celular ou pertencer a algum site de relacionamento. Entre os 600 brasileiros participantes da pesquisa, 86% acessam a Internet três vezes ou mais por semana e 66% usam a rede diariamente, sendo que a média mundial é de 70%. O uso de celulares entre os pequenos brasileiros também é a maior do mundo - 81% utilizam o celular três ou mais vezes por semana, 50% a mais do que as crianças japonesas. Globalmente, a média de números de telefone que cada criança possui em seu aparelho celular é 41. No Brasil, esse número é 48. Na China, 68; na Itália, 57; na Índia, 51. A maioria das crianças brasileiras usa celular para falar (99%) e mandar textos (95%). Outras funções bastante utilizadas são jogar (91%), tirar fotos (75%) e ouvir músicas (70%). Quando se trata de sites de relacionamento, as crianças brasileiras perdem apenas para a China. Nesta faixa etária, 67% dos brasileiros usam redes sociais, enquando as crianças chinesas apresentam um índice de 79%. A Itália está em terceiro lugar (53%), seguida da Suécia (47%), Inglaterra (34%), Austrália (25%) e Japão (2%). De todas as crianças entrevistadas, 68% dizem que a primeira coisa que fazem quando ligam o computador é entrarem no MSN e checarem quem está conectado, 58% afirmam que falam mais coisas pelo MSN do que cara a cara e 45% dizem conhecer melhor os amigos via MSN.

fonte: IDG NOW - 19/06